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fotodança |
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http://www.fotodanca.com |
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Nosso Histórico
A pesquisa de linguagem
denominada “fotodança” tem sido realizada por Luciana Bortoletto e Gil
Grossi desde 2000 e resultou em diversos projetos artísticos e didáticos .
Propõe a fusão entre linguagem fotográfica, improvisação e dança
contemporânea. Princípios fotográficos como enquadramento, planos,
contrastes, composição e registro oferecem suporte para as criações.
No corpo, essa pesquisa caracteriza-se essencialmente por relações que evidenciem as diferenças físicas
dos artistas em cena, tornando-as mote para a cena. Desfrutar dos contrastes físicos para elaborar o
jogo cênico.
Em 2004 criaram o espetáculo de teatro-dança: "as formas eram já mera ilusão
da vista". O trabalho inspira-se nas fotos antigas de casais e na
expectativa vivida momentos antes de serem fotografados, e trata das
relações e pequenos conflitos. O encontro entre duas pessoas muito
diferentes entre si promove a poética das diferenças. Com cenas
bem-humoradas que remetem às fotonovelas e cinema mudo, sugere situações que
podem transitar entre inadequação, romantismo, sátira e ironia. É um
espetáculo que trata de contradições e diferenças com muito bom humor e
simplicidade. “As formas eram já mera ilusão da vista” integra as linguagens
do teatro-dança, improvisação e fotografia.
"As formas..." em 2007 foi contemplado com o prêmio SESI Dança que
promoveu a sua circulação (24 apresentações) durante três meses - agosto,
setembro, outubro - por 12 cidades do interior de São Paulo: Araraquara,
Birigui, Franca, Itapetininga, Marília, Rio Claro, Mauá, Piracicaba, Santo
André, Osasco, Santos, Sorocaba.
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"o que passa?"
Performance de dança
contemporânea e fotografia
15 minutos

foto: Ruben Bianchi |
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Neste trabalho
exploramos como universo poético situações de permanência e impermanência, assim como é a fotografia e o movimento ou mesmo as relações
pessoais e suas memórias.
“O que passa?” busca uma comunicação lúdica entre os intérpretes-criadores e
platéia, expõe singularidades presentes nos corpos dos dançarinos e
através da dança, fala de tempo, juventude, envelhecimento. |
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"As
formas eram já mera ilusão da vista" - 2004
Duo - Luciana Bortoletto e Gil Grossi imagens em projeção: Gil Grossi
agradecimentos: Ruben Bianchi, Décio Filho,
Tamara Ka e Estúdio Nova Dança |
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"As Formas eram já mera
Ilusão da Vista" é um duo de teatro-dança. O trabalho inspira-se nas
fotos antigas de casais e na expectativa vivida momentos antes de serem
fotografados, e trata das relações e pequenos conflitos. O encontro entre
duas pessoas muito diferentes entre si promove a poética das diferenças. Com
cenas bem-humoradas que remetem às fotonovelas e cinema mudo, sugere
situações que podem transitar entre inadequação, romantismo, sátira e
ironia. É um espetáculo que trata de contradições e diferenças com muito bom
humor e simplicidade. “As formas eram já mera ilusão da vista” integra as
linguagens do teatro-dança, improvisação e fotografia.
A relação cênica é estruturada a partir de elementos nitidamente
contrastantes, como as diferenças físicas e de movimentos dos próprios
artistas em cena assim como a fotografia X movimento (estático x dinâmico);
o foco X paisagem; a permanência X ruptura. Com estas características,
procura-se aproximar o espetáculo do seu espectador.
"As Formas eram já mera Ilusão
da Vista" foi selecionado para o projeto de formação de público e
circulação: Panorama SESI de Dança - 2007.
Concepção, criação e
interpretação: Gil Grossi e Luciana Bortoletto
audiovisual: Ruben Bianchi
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foto: Ruben Bianchi |
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Piano-de-Cuia/2002
(15’)
Piano-de-cuia [de piano + cuia] - 1.V.cabaça |
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Piano-de-Cuia é inspirado em lendas africanas e indígenas brasileiras sobre
a origem do Mundo. A cabaça (piano-de-cuia) é símbolo da Criação dos opostos
– Céu e Terra – quando uma disputa entre Odudua e Obatala, que viviam juntos
dentro de uma cabaça, fez com que ela se rompesse em duas partes: Céu (Obatala-
masculino) e Terra (Odudua- feminino). A partir desse momento surgem
plantas, frutos e animais, inclusive o Homem. A Cabaça foi também um meio
que um guerreiro Indígena – que habitava o Céu - encontrou de transportar
para a Terra os frutos e sementes criados por ele e sua família.
Piano-de-Cuia é um espetáculo de dança feito para celebrar e homenagear os
nossos Criadores. Servindo como metáfora, Piano de Cuia traz à tona
reflexões sobre as inúmeras transformações ocorridas no mundo atualmente e
coloca à mostra o contato do homem com a natureza, o homem e seu semelhante
e os conflitos que regem tais relações.
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"Pontos de
Vista" / maio de 2004 |
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Apresentamos
a performance "Ponto de Vista" no SESC Pompéia, dia 18 de maio de 2004, na
abertura da exposição de fotografia PINHOLE. (câmera de orifício).
Integração entre Dança Contemporânea e Fotografia, numa performance onde a
Escuta entre os criadores-intérpretes, as obras expostas e a interação com o
público geram reverberações da cena no espectador e a percepção do Tempo de
cada Imagem no Corpo.
A performance é um fragmento de nossa pesquisa de linguagem. Slides são
projetados e interagem com a nossa movimentação e com a música. O músico Pax
Bittar participa com uma seleção de quatro composições dele e do grupo
Coração Quiáltera, executadas com instrumentos como: tambores de língua
(grave e agudo), calimba.
Recortes de Luz. Movimento. O Gesto e a Imagem. A Dança sugere o Retrato.
As fotografias projetadas no pano dialogam com os intérpretes, e o dueto
transforma-se diante do espectador, sugerindo novas imagens a cada instante.
Dança e Fotografia fundem-se, construindo um jogo cênico no qual o
criador-intérprete é permeável para receber e absorver estímulos e
transformá-los em Dança. As cenas unem-se por um fio condutor que preserva
latente os movimentos mesmo quando estes deixam de existir no espaço cênico.
São reverberações da cena no espectador e a percepção do Tempo de cada
Imagem gerada no Corpo dos intérpretes.
As fotos utilizadas nos slides e na divulgação de "Ponto de Vista" são de
autoria de Gil Grossi e Luciana Bortoletto.
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foto: Luciana Bortoletto |
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A Hora do Espelho
(12 min)
Concepção e Interpretação: Gil Grossi e Luciana Bortoletto. |
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A Hora do Espelho
foi inspirado em um desenho animado. Nosso primeiro trabalho faz uma
metáfora com a solidão e anseios de cada pessoa, ao contar a história de um
velho fauno que se vê frustrado ao tentar seduzir uma jovem ninfa. As
tentativas sem sucesso aos poucos tecem um jogo poético de contrapontos
entre o imaginário e a realidade, o concreto e o abstrato sugerindo um Ser
Etéreo, capaz de diluir o movimento no ar, estabelecendo uma comunicação
muito delicada e bem humorada com o público infantil, ao brincar com as
diferenças entre a figura do velho e do novo. Os criadores-intérpretes
interagem com fotografias projetadas. |
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GIL
GROSSI |
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http://www.gilgrossi.com |
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Há 19 anos atuo como fotógrafo,
professor, performer criador-intérprete de dança contemporânea. Desenvolvo
uma pesquisa diretamente voltada para a integração entre a linguagem
fotográfica e a dança, e a partir dela tenho realizado diversos trabalhos
artísticos. Como dançarino, fiz cursos com Denilto Gomes, Nancy Stark Smith,
Tica Lemos, Daniel Lepkov, Catie Caraker, Adriana Grechi, Geórgia Lengos e
Zé Maria Carvalho. De 1988 até hoje participei do processo criativo e
acompanhei Zélia Monteiro, Denilto Gomes, Ana Mondini, Mariana Muniz, entre
muitos outros. Utilizei a linguagem fotográfica integrada com a dança nos
espetáculos "Alma Nau"/1988 e "Pequena Nau". Sou criador-intérprete de
“Lembranças na Queda”/1995, da Cia Nova Dança -direção de Adriana Grechi,
premiado no Movimento de Dança do SESC-Anchieta; “Ponkã Dança Palavras” do
Grupo Ponkã -direção de Edith White, premiado no Movimento de Dança do
SESC-Anchieta/1996. Participei da pesquisa e criei os slides que compunham o
cenário do espetáculo "BootstrapSãoPaulo!”/1999, da Cia Nova Dança, direção
de Adriana Grechi. Ao lado da bailarina Luciana Bortoletto pesquiso a união entre
dança contemporânea e fotografia. Nosso trabalho mais recente é "As formas
eram já mera Ilusão da Vista", apresentado na 7a. Semana de Fotografia de
Ribeirão Preto em setembro de 2004. O trabalho que originou nossa pesquisa
de linguagem foi “A Hora do Espelho”/2000 - espetáculo que reúne dança e
projeções de imagens, além de “Piano-de-Cuia”/2002.
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