virada cultural 2008
Performance no Vale do Anhangabaú
Duração: 20 minutos
Tem como ponto de partida a dialética do exterior e do interior. O
palco se configura em um espaço "habitado", por onde se observa o
que tem do outro lado. “O quarto” explora o ambiente cênico de uma
forma que o espectador passe a fazer parte da “paisagem” da
dançarina em cena. Questiona “quem está exposto?” “Quem é
observado?”; “Como o corpo se organiza para ser olhado?”. A
composição coreográfica é criada em tempo real, em diálogo com os
estímulos do lugar onde ocorre a performance.
Espetáculo de teatro-dança inspirado em
antigas fotografias de casais e no cinema mudo. A relação cênica é
estruturada a partir de elementos nitidamente contrastantes, como as
diferenças físicas e de movimentos dos próprios artistas em cena assim
como a fotografia e o movimento, utilizando recortes de luz e projeções
de imagens. O encontro entre duas pessoas promove a poética das
diferenças com momentos que sugerem inadequação, comicidade,
ingenuidade, romantismo e sátira.
O trabalho propõe a interface da linguagem fotográfica, dança
contemporânea, improvisação cênica e clown.
agradecimentos: André, Camila Ganc, Letícia Sekito, Espaço Cultural Pés
no Chão
data de estréia: agosto de 2004
local: Estúdio Nova Dança - r. treze
de maio, 240
evento: sexta na tomada
outros locais de
apresentações:
Mostra SESI Dança2007 (12 cidades), Teatro
Fábrica - evento: Primavera Dança "Novos Criadores", SESC Ribeirão
Preto, Festival Dança e
Movimento de Ilhabela
foto: Nanda Veiga
"encontros em três versos"
Performance de Luciana
Bortoletto, Gil Grossi e Jorge Peña que promove encontros entre artista e
espectador, unindo dança contemporânea (improvisação), poética haicai e
sonoplastia. Uma pessoa por vez é convidada a sortear um poema (haicai) e, a
partir da sensação sugerida pelo haicai, cria-se imediatamente a dança e a
paisagem sonora, "personalizadas", em tempo real, utilizando a linguagem da
improvisação.
Cada cena dura em média 30
segundos. A cada momento poesia, dança e sons se misturam aos estados e
conceitos dessa forma poética: transitoriedade, simplicidade, aqui-agora,
verdade, humor, liberdade, coragem.
data de estréia: agosto de 2004
local: Estúdio Nova Dança - r. treze
de maio, 240
evento: sexta na tomada
outros locais de
apresentações:
Mostra SESI Dança2007 (12 cidades), Teatro
Fábrica - evento: Primavera Dança "Novos Criadores", SESC Ribeirão
Preto, Festival Dança e
Movimento de Ilhabela
fotos: Gil Grossi
"toca"
Faz uma analogia entre Corpo
e Casa. Ambos espaços são preenchidos de memórias e imagens.
Neles podemos nos entocar, saindo de uma realidade e imergindo em outras,
mais íntimas. O corpo comunica sensações que a intérprete-criadora tem ao
se recordar da casa onde viveu no período de sua infância. Essa imersão
gera estados corporais diversos, tecendo uma relação poética entre a
concretude inerente ao corpo e a subjetividade do imaginário e da memória.
concepção, criação e
interpretação: Luciana Bortoletto
direção: Letícia Sekito
cantora (ao vivo): Mônica
Galvão
Figurino: Tarina Quelho
Fotografia: Gil Grossi
Trilha Sonora: Gil Grossi e
Lu Bortoletto
Concepção de Luz: Letícia
Sekito e Gil Grossi
Agradecimentos Especiais:
Décio Filho, Estúdio Nova Dança, Favela Filmes, Fernanda Veiga, Grupo de
Estudos da Coordenação Motora, Valéria Cano Bravi.
data de estréia:
25 de maio 2005 a 05 de junho de 2005
local: Centro Cultural
São Paulo - rua vergueiro - 1000
evento: 14º Feminino na
Dança
outros locais de
apresentações:
SESC Araçatuba, SESC
Santo André, Teorema - Estúdio Move, Sexta na Tomada - Estúdio
Nova Dança, Paidéia Associação
Cultural, Festival de Dança do
Monte Azul, Festival Dança e
Movimento de Ilhabela